Condutas que favorecem a formação de hábitos alimentares saudáveis De zero a 6 meses Amamentar quando a criança manifestar fome (livre demanda). Envolver a criança nos braços com segurança, porém não restritivamente. Deixar a criança sugar quanto quiser e respeitar seu ritmo. Interromper as mamadas quando ela der sinais de que está satisfeita. Não forçar a criança a arrotar. Sorrir e conversar com a criança. Evitar a manipulação excessiva do lactente e ambiente muito agitados.
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De 6 a 12 meses Oferecer a alimentação em ambiente calmo e contexto prazeroso. Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer, nunca forçadas. Entender a rejeição inicial como uma resposta normal. Proporcionar novas oportunidades (exposição repetidas), sem forçar. Permitir que a criança explore os alimentos, sua textura, cheiro e sabor. Oferecer alimentação variada. Deixar que a criança regule a quantidade e o ritmo da alimentação. Estimular a utilização do talher. Evitar dar atenção às tentativas mal-sucedidas, seja achando graça, seja manifestando desagrado (evitar o reforço negativo). |
De 1 a 2 anos Ampliar ao máximo a experiência da criança, variando os alimentos e a forma de apresentação. Ter paciência com suas tentativas de alimentação por conta própria. Oferecer porções menores, pois a criança se sente bem ao consumir toda a quantidade oferecida, pela reação positiva da mãe (cuidador); caso seja insuficiente, ele manifestará interesse pela repetição (reforço positivo). Permitir a criança estabeleça seu próprio limite e recuse parte do que é servido, sem manifestar desagrado. As práticas de premiação ou castigo para induzir a criança a comer são totalmente desaconselhadas. Dar bom exemplo e estimular a cooperação de toda a família. Fonte : WHO (1998), PELTO (2003), SATTER (1990) e LOWENBERG (1993) in EUCLYDES (2003). |
Elaborado por: Andréa Mattos Pinchelli – Nutricionista Responsável